A Felicidade de uma Mente Livre

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Será que Ele(a) me Ama?



De acordo com o Ho’oponopono, a busca por “validação pessoal” na pessoa amada é o que gera conflito, ansiedade, dor, decepções, frustrações e afins. Quando vibramos expectativas, ao mesmo tempo vibramos dúvidas: “Será que ele/a me ama? Será que o relacionamento vai durar? Será que...?” Dessa forma, estamos vibrando dificuldades no relacionamento e, através das nossas dúvidas, isso se manifesta... 100% das vezes! E não importa se acreditamos ou não... essa é uma Lei Universal da qual não temos como fugir. Se ficamos projetando nossos pensamentos (energia!) de insegurança na outra pessoa e no relacionamento, vibramos conflitos e estes se manifestam... 100% das vezes, com 100% das pessoas em 100% do tempo.
Um de meus professores de Kabbalah diz mais ou menos o seguinte: Enquanto temos qualquer sentimento de rejeição em nós, não podemos experimentar um verdadeiro relacionamento, porque sentimos que “não merecemos”. Por isso, precisamos lidar com o nosso processo de rejeição antes de entrar num relacionamento. Temos que lidar com o vazio, antes! E só podemos lidar com o vazio amando a nós mesmos!
Quando estamos dispostos a limpar nossa negatividade, olhamos de frente para nossas imperfeições e assumimos 100% de responsabilidade por nos transformar em seres humanos melhores, mais humanos, amorosos, verdadeiros, honestos (principalmente conosco mesmos) etc., mas, temos que nos amar. Temos sombra, sim! Mas também temos Luz dentro de nós. Precisamos adotar a consciência de que nossa essência é perfeita, se queremos receber bênçãos em todas as áreas. Quando sentimos tristeza ou se acontece uma queda de energia, se rompemos um relacionamento, ou sentimos vazio... aí é que temos que nos lembrar que somos perfeitos em essência. E nos conectarmos com essa essência é uma questão de escolha... permanecer na lamentação ou adotar uma atitude proativa de mudar nossa energia. Sair do papel de “vítima”!
Para nos livrarmos dos padrões robóticos relacionados ao amor, podemos fazer algo muito simples, porém, MUITO eficaz: pedir ao Divino Criador para limpar em nós os sentimentos negativos que nós estamos experimentando no momento em questão. Os padrões que estão nos levando a perceber a situação de determinada forma.
“Divindade, transmute as memórias do meu subconsciente que são reencenadas como as percepções, os pensamentos e as reações que tenho a respeito do/a meu/minha companheiro/a e dessa situação.”
Isso vale tanto para desentendimentos entre casais como para rompimentos. Com o Processo do Ho’oponopono – liberação de memórias, programas e padrões negativos e repetitivos do nosso ego – podemos simplesmente limpar esses sentimentos restaurando nossa mente e preenchendo-a com serenidade e plenitude. Na medida em que conseguimos entrar no SILÊNCIO, fora da “tagarelice” do intelecto, no momento em que encontramos a paz interior, recebemos, através da Inspiração, uma compreensão melhor a respeito da situação em questão. Intuímos possíveis soluções e posturas que advêm de uma Fonte fora do ego, enxergamos novas alternativas baseadas no Amor – sobretudo no amor por nós mesmos/as. Um sentimento que não advém do ego, mas de nossa essência mais pura, portanto, um amor próprio carregado de humildade. Assim, durante o processo de atrair novos relacionamentos... mais saudáveis, ou de curar os que já temos, podemos fazê-lo em Paz, com serenidade, sem dor ou sofrimento.
Quando realmente compreendermos todo esse processo, vamos oscilar por algum tempo até assimilarmos o conceito. Aos poucos, porém, vamos adotando novas posturas... mais seguras e amorosas para conosco mesmos e para com os outros. Nesse ponto, podemos começar um relacionamento verdadeiro, podemos encontrar alguém tão “inteiro” quanto nós, sem “dependências” e vícios amorosos. O que antes era um completo vício no nosso vazio se transforma numa entrega ao Universo. A entrega natural do desejo de nossa alma por um encontro que “nos transborde”... porque já fizemos o esforço proativo de completar a nós mesmos/as.
Perguntas do tipo “Será que ele(a) me ama?” serão, então, desnecessárias...
Eu amo a Luz... Eu me amo... Eu amo... Eu sou amado(a)... naturalmente, plenamente, alegremente...


Regina Tavares _/\_



7 comentários:

  1. Ahô!!!
    Estou nesse processo de me aceitar por inteiro. Creio que só depois disso a vida me concederá a vinda do meu compnheiro ou a permanência de um amor que agora sim poderá ser vivido. Obrigada pelas palavras.

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    1. Oi Keyane! Por alguma razão sua publicação não chegou no meu e-mail... Só agora estou vendo. É isso! Grata por passar por aqui! Bj no coração. _/\_

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  2. Amei este texto! Adoraria mais ainda se ele tivesse sido produzido há uns 15 anos e eu tivesse lido...rsrs Aprendi a duras penas que o "E se..." é a ruína mental de qualquer relação. Acho que a "volta por cima" é a prática do "Eu me amo" e viver o aqui, AGORA! Que material bom de ler! Quero mais!!!

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    1. Achei legal passar por aqui "por acaso" e me perceber, hoje, com uma consciência tão mais amadurecida! Tudo está certo como deve ser. Sou muito grata por todas experiências que vivi e que me transformaram no que sou hoje. E o processo não pára: Entrego! Confio! Aceito! Agradeço! Gratidão, Regina Tavares! ������

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  3. Boa tarde fazer quantas vezes por dia? Tem repetição de palavras e por quanto tempo fazer essa limpeza.?

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    1. Quantas vezes desejar. Faça até sentir paz.
      Sugiro também que leia outras postagens neste Blog, como:
      O QUE POSSO MUDAR COM O HO'OPONOPONO
      e
      PRATICANDO O HO'OPONOPONO
      Bom trabalho!

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